Hoje pela manhã, diante das bandeiras do Brasil e da Argentina, próximo ao prédio administrativo da DELCON aconteceu uma manifestação pacífica. Brasileiros e argentinos, trabalhadores do Centro Unificado de Fronteira (CUF), motoristas, familiares e todos aqueles que serão diretamente ou indiretamente impactados pelos prejuízos decorrentes da indefinição sobre o futuro da concessão, uniram-se em prol de um único objetivo, soluções imediatas. A atual situação do CUF está cercada de incertezas, e a indefinição tem causado danos ao fluxo do passo fronteiriço, afetando centenas de pessoas e famílias que dependem diretamente desse porto. O ponto crucial para a resolução do impasse é o aceite oficial por parte do governo argentino. Outro apelo da comunidade e usuários do porto é direcionado à COMAB, para que instrua os governos a assinarem o aditivo para continuidade dos trabalhos a assinar um novo aditivo ao contrato com a atual concessionária. Essa medida temporária permitiria que o CUF continuasse operando sem maiores interrupções até que a situação seja definitivamente resolvida.

A comunidade e usuários do porto pedem que os governos de ambos os países trabalhem em conjunto para encontrar uma solução permanente para o método de trabalho do centro unificado de fronteira. Essa medida abriria caminho para uma nova licitação internacional, garantindo um processo transparente e justo para a escolha da próxima concessionária. Com o propósito de demonstrar aos governos o quão essencial é a resolução desse impasse para as centenas de pessoas e famílias que dependem diretamente do funcionamento adequado do Centro Unificado de Fronteira. Cada dia que passa sem uma solução permanente gera insegurança e grande preocupação a todos os envolvidos, e a união entre brasileiros e argentinos fortalece a mensagem de que a questão não pode mais ser adiada.

Os manifestantes deixaram claro que estão dispostos a lutar pelo futuro do CUF e que não medirão esforços para garantir que esse importante porto continue funcionando de forma estável e eficiente. Agora, resta aguardar a resposta dos governos, na esperança de que a mensagem dessa mobilização pacífica seja ouvida e a situação seja resolvida o mais breve possível.